Nem Pato nem Pavão

Para que você possa ser reconhecido no mundo corporativo é necessário, além de um bom serviço prestado, utilizando seus conhecimentos técnicos e suas habilidades interpessoais, uma boa estratégia de divulgação do seu trabalho.

 

Pense comigo:  O pato é um animal interessante sobre o seguinte aspecto: ele corre, nada e voa. Apesar de ser um pouco desajeitado e não demonstrar excelência em nenhuma destas habilidades consegue executá-las satisfatoriamente. Muitos profissionais têm esta característica. São essências para a empresa. Já o pavão, não nada, não voa e corre menos que o pato. Agora, quando ele abre a cauda, chama toda a atenção para ele. Adivinhe quem vai ganhar promoção no final do ano! Isso é o que se chama de marketing pessoal.

 

Não seja pato nem pavão. Pense sobre as oportunidades que você tem de se tornar conhecido e procure tirar o máximo de proveito de cada uma delas.  As estratégias variam dependendo do público alvo. Você deve pensar muito bem para defini-las. Para o seu chefe, talvez baste você fazer um bom trabalho. Para os colegas de trabalho, é bom não fazer muito alarde. Fosse apenas um problema da concorrência mas, a maioria não está preocupada se você brilha mais que eles. O que eles não querem é que você brilhe.

 

Descubra oportunidades que ninguém vê. Se você está participando de um evento, qualquer que seja, aproveite aquele tempo precioso em que a maior parte dos participantes só pensa em forrar o estômago. A hora do coffe-break! É o momento ideal para você se tornar conhecido. Apenas tome cuidado para não ser chato. Apresente-se. Fale seu nome. Repita-o algumas vezes durante a conversa. Mas preste atenção, uma coisa que ninguém dá a devida importância é o aperto de mão. Um estudo realizado por um destes órgãos que faz todo tipo de estudo mostrou que 45% das oportunidades são perdidas no aperto de mão. Isto porque existem dois tipos extremos de aperto de mão, e a maioria das pessoas opta por um ou por outro. O primeiro é o alicate e o segundo é o maria-mole. Pense comigo e diga se isso não faz sentido! Se você vai comprar um termo e o vendedor ao apertar sua mão dá aquela ‘alicatada’, você pensa: “Esse cara é um grosso, vai tentar me vender um terno cheio de defeitos”. Se o vendedor vem com o aperto de mão maria-mole sua reação será: “Chiii, esse banana não vai entender o que estou procurando!”  Qual seria uma alternativa? Ao apertar a mão de alguém, faça-o conscientemente. Procure imprimir na mão da outra pessoa a mesma força que ela imprime na sua mão.

 

Lembre-se: É fundamental fazer o seu marketing pessoal mas, tome cuidado! Você nunca terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão.

 

Pense bem, bole uma estratégia para se tornar conhecido.

 

Se precisar de ajuda, chame um consultor.

Marcos Vojciechovski

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